Não há soluções, há caminhos: 27 agosto

Não cultivaram a sua liberdade interior e portanto vão atrás daquilo que mais apetece. O pior é que hoje não são só as crianças. Para elas é aquilo que mais apetece, mas hoje para muitos é “o que está a dar”, e então vão todos atrás “do que está a dar”, seja o que for. Não são capazes de manter a distância crítica, que seria também um bom nome para a temperança, esta distância de liberdade que permite ver em conjunto e dizer “interessa-me (faz bem), não me interessa”, e não “apetece-me, não me apetece”…
Vasco P. Magalhães, sj
ONDE HÁ CRISE, HÁ ESPERANÇA
Um pensamento para cada dia: ver em tudo o que acontece uma oportunidade de crescimento.

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